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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, HORTO FLORESTAL, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Spanish, Arte e cultura, Cinema e vídeo



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Round Robin

Como todo brasileiro patriota, no início eu também resisti aos termos em inglês, principalmente porque não dominava a língua. Depois, fui notando que como tudo vem de fora, inclusive as técnicas, se não aprendesse os nomes, também ficaria difícil aprender essas técnicas.
Hoje penso que se foram "inventadas" ou desenvolvidas por eles, nada mais justo que o nome continue na língua deles (como o samba ou a caipirinha , que são samba e caipirinha em todo o mundo). Quando ensino uma técnica, faço questão de ensinar os nomes a orígem e a história de cada técnica (ou bloco, ou atividade), porque assim, as alunas podem pesquisar ou identificar o que já sabem nos livros, revistas e na internet.
Aos poucos a gente vai assimilando os nomes e a que se referem e isso ajuda até mesmo a aprender ou a querer aprender uma língua nova.
Quando comecei no Patch, vi tantas histórias, tantas tradições, tanta valorização às coisas simples do cotidiano, à vida enfim, que, eu que já sentia falta disso aqui no Brasil, onde colocar uma toalhinha de crochê numa mesa era considerado brega, comecei a ver que, na verdade, somos (o ser humano) iguais em toda parte. Que amamos e queremos guardar "retalhos" da nossa história pela vida a fora, que não só nos farão lembrar de momentos e pessoas, mas também de alguma forma perpetuarão nossa passagem por aqui.
Nisso louvo os americanos, que usam o que é moda, mas que se apegam às tradições, pois isso também é uma forma de amar e respeitar seus antepassados e preservar sua história.
Mas também (e mais ainda), amo meu país e tudo que aqui é produzido. Tanto que lutei muito para tornar o Patchwork possível para um maior número de pessoas, levando a idéia à empresas que hoje importam os materiais diretamente da Ásia, fazendo com que o preço do material caísse a menos da metade (quando comprei meu "trio", paguei R$380,00 e hoje eu o vendo por R$135,00). Isso não só fez com que mais pessoas pudessem fazer patchwork, como ampliou o mercado e fez com que mais empresários se dispusessem a trazer novos produtos e a produzir aqui mesmo o que for possível.
Me orgulho muito disso, principalmente porque sei que daqui pra frente, as pessoas que aprendem a fazer patch e tem menor contato com o mundo americano, já estão fazendo coisas diferentes deles, ou seja criando um patchwork mais brasileiro, sem tanta influência e, melhor ainda, sem copiar.
É possível aprender os termos em inglês, mas é preciso saber o significado de cada palavra, principalmente para compreender e então desenvolver o nosso patchwork. E então, quem sabe, dar também mais valor às nossas coisas, as brasileiras e as pessoais, sem nos importarmos tanto com modismos... e creia, isso já é inerente a cada um de nós, pois todos que se apaixonam pelo patchwork, também são envolvidos por essa atmosfera de tradições, recordações e cheirinhos de infância (as nosaas, das nossas mães, das nossas avós, das tataravós...).
Beijinhos amarelados, mas muito bem guardados
Eliana
Em tempo, a expressão "Round Robin" foi inicialmente usada para dar nome a um procedimento que básicamente é o seguinte: um legislador escreve um documento e o faz circular entre seus pares para que eles o avaliem e se o apoiarem, assinem ao redor do texto, nas extremidades do mesmo.
No Patchwork (pois é um termo usado em várias outras áreas), Round Robin  é uma atividade entre um grupo de pessoas, não mais que quatro ou cinco. Cada uma faz um bloco, com medidas pré definidas e envia para a seguinte. Cada uma faz uma borda no que recebeu e envia para a seguinte e assim por diante, até que o trabalho retorne a quem fez o bloco inicial, que então monta o trabalho e o "quilta" (esse sim, um termo "abrasileirado", que em inglês significa fazer o "quilting").
 
Eliana Zerbinatti - Artista Plástica e Designer  - 55 11 6232-8688



Escrito por Eliana Zerbinatti às 10h33
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Meus anjos

Foram.... com muita dor no coração eu os enviei... Meus doze anjos foram pros EUA, pra mais um swap. Nunca doeu tanto me separar de algo que tenha feito, mas enfim criei coragem... Com certeza vou refaze-los, iguaiszinhos, com as mesmas cores, quantidade e fundo, tudo!

O bom, é que os meus já estão chegando (não aguento a ansiedade...). A anfitriã disse que nunca participou de um swap que tivesse tão bom resultado.

Minha chateação (pelo menos a principal) desse mês foi o correio ter perdido meus coraçõs da troca natalina com as meninas do meu grupo (o Patchepinte). Fiquei triste de perdê-los e mais ainda de não poder ter os delas. Não quero mais pensar sobre issso, pois já chorei demais o leite derramado (e briguei muuuuuuuuuuuito com o correio, sempre tão pontual e eficiente).

Tenho fotos pra mostrar, mas não quero abusar do meu espaço aqui, por isso, vou disponibilizar em um porta-fotos... Vão lá ver, ok?

Beijos

Eliana

Não possuir algumas das coisas que desejamos é parte indispensável da felicidade.

Bertrand Russel

 

 



Escrito por Eliana Zerbinatti às 10h54
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